Eletroeletrônicos e celulares: os mais desejados da Black Friday

Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas

Uma pesquisa do Zoom, plataforma de comércio eletrônico, revela que a Black Friday está cada dia mais consolidada no Brasil. Dos 4.398 entrevistados, 95% pretendem comprar e 60% afirmam que gastarão mais de R$ 1.000 este ano. Além disso, 90% não tiveram problemas com as compras feitas em 2018 – o que mostra o avanço da eficiência nas operações das lojas em relação às edições anteriores do evento.

Embora as expectativas sejam positivas e haja expressiva melhoria da percepção da data no Brasil, o cenário de instabilidade econômica está deixando os brasileiros cada vez mais conscientes da necessidade de pesquisar informações para decidirem o que comprarão no evento: 98% afirmam que buscam informações e monitoram preços dos produtos que desejam comprar na Black Friday. 

Entre os itens mais desejados para a data, estão os eletrodomésticos (56%), eletrônicos (50%) e celulares (48,5%). Porém, independente do produto almejado, a maioria (74%) afirma que o principal fator para tomarem a decisão de compra é o preço.

Outro destaque da pesquisa do Zoom é que 66% estão pensando em antecipar suas compras de Natal e 59% pouparam dinheiro ao longo do ano, otimistas de que encontrarão boas oportunidades de compras no evento. Isso porque, mais cautelosos, os consumidores preferem poupar o 13º salário ou usar o benefício para outras finalidades.

Os resultados da pesquisa revelam que os consumidores estão cada vez mais comprando de forma consciente e, diante do amadurecimento da data, a edição de 2019 tem tudo para ser uma ótima oportunidade para economizar e para o varejo liquidar estoques, afirma Thiago Flores, CEO do Zoom.

“A fórmula para ter um evento de sucesso é oferecer descontos expressivos, investir em logística e infraestrutura, além de estar preparado para atender o cliente da melhor forma possível, proporcionando uma boa experiência de compra. São esses fatores que foram determinantes para o evento ter entrado de vez no calendário de compras do brasileiro”, finaliza.

Fonte: Diário do Comércio | 03 de setembro de 2019.