90% dos consumidores querem ser atendidos por pessoas

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Os consumidores querem ser atendidos por pessoas e não por máquinas durante o processo de aquisição ou no pós-compra. Uma pesquisa do IDC e da LogMeIn aponta que 89% dos consumidores não abrem mão do atendimento humano, mesmo com toda promessa de facilidade no atendimento automatizado.

Os dados indicam um desafio importante para e-commerces, marketplaces e empresas do varejo físico que pretendem automatizar o atendimento. A pesquisa aponta ainda que boa parte dos consumidores exige boa comunicação, além de resolução ágil dos problemas.

Para 67% dos entrevistados, a satisfação ao longo de todo processo de relacionamento com a empresa é mais importante do que o preço do produto. Porém, quase 30% das empresas apontam que a redução de custos com a automatização de alguma parte do atendimento é mais importante do que a satisfação do cliente.

Quase dois terços dos consumidores dizem ser capazes de defender a marca e comprar outras vezes a depender do atendimento.

Pós-venda

Um terço do público afirma que a equipe de suporte leva muito tempo para resolver os problemas no pós-venda. Tem ainda 24% dos entrevistados que dizem que os problemas nunca são resolvidos. Ou seja, quase 60% dos consumidores estão insatisfeitos com o serviço que recebem depois de comprarem os produtos. A maioria se disse disposta a compartilhar experiências ruins com outras pessoas.

Custos e falta de engajamento

Os custos ou redução do orçamento são os principais entraves apontados para 41% das empresas no propósito de melhorar a estrutura de atendimento. Falta de apoio executivo é o principal problema para 20%.

Fonte: Portal Novarejo | 13 de dezembro de 2017.

O que o varejo está fazendo para reduzir as perdas no negócio?

Rogerio Maia de Paiva, da Caedu Modas: empresa conseguiu reduzir as perdas

A cadeia de fornecimento do varejo é longa e complexa. Durante a jornada do produto do fornecedor até o ponto de venda muita coisa acontece. No meio do caminho, o produto pode estragar, outros podem quebrar, embalagens podem ser amassadas. Na loja, itens podem ser roubados e furtados. Há itens que nunca saem dos estoques. Cada situação dessa pode parecer erros operacionais pontuais, mas juntas representam bilhões em perdas no varejo.

O último levantamento sobre o tema, realizado pelo Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo), mostra que o índice de perdas no Brasil chega a 2,25% – ou seja, 2,25% do faturamento líquido das empresas varejistas ao final de 2016 foram para o lixo. O número é representativo: para se ter uma ideia, somente o faturamento das 350 maiores empresas do setor alcançou os R$ 493 bilhões em 2016, segundo o Ranking NOVAREJO Brasileiro. Aplicando esse porcentual de perdas entre essas empresas, o valor jogado no lixo chegaria a R$ 11 bilhões – e, veja, estamos falando apenas das 350 maiores redes do País.

De olho nesses números, o Magazine Luiza, um dos maiores varejistas do País, tem investido na área de prevenção de perdas, com foco na redução de roubos e furtos. Desde 2015, a companhia instalou nas lojas cadeados eletrônicos, especialmente em smartphones e tablets para evitar furtos. No acumulado de janeiro a dezembro de 2016, a companhia reduziu as perdas totais e registrou ganhos de R$ 86,6 milhões com a iniciativa.

Apesar de representar boa parte das perdas no varejo, os roubos e furtos estão bem longe de representar a maior parte dessas perdas. “Geralmente o mercado se prende a roubos e furtos externos, mas é o que acontece dentro do negócio que pode gerar mais perdas”, afirma Anderson Ozawa, especialista em perdas e coordenador do Comitê de Prevenção de Perdas do Ibevar.

Mas o que gera perdas?

“A lista é grande do que gera perda. Temos desde a quebra de produto, roubo de funcionários, roubo de clientes, falta de registro no caixa, embalagens com problemas. Há várias falhas operacionais”, afirma Marcelo Tupan, COO da Tlantic. “A falta de gestão de estoque é um grande problema. As margens são baixas e qualquer percentual de perda em cima de estoque tem um impacto grande na operação. Essa variável é mais sensível para o varejo e é onde está a grande parte financeira das lojas. Em prevenção de perdas, é preciso olhar o estoque de vários ângulos”, afirma.

Os erros começam pela mensuração do problema. Para se ter uma ideia, os números do Ibevar ou de qualquer outra instituição não são precisos. Primeiro porque nem todas as redes mensuram as perdas e as que mensuram têm o desafio de conhecer a origem delas. “O varejo ainda é avesso a dar informações. No caso de perdas, ou eles mentem ou omitem, mas o setor tem visto a necessidade de começar agora a mensurar de verdade, porque esses números fazem a diferença na linha final”, afirma Luiz Fernando Sambugaro, especialista em prevenção de perdas e diretor de comunicação da Gunnebo.

“Quando falamos em quebra, não existem estudos quantitativos médios, porque a variação é muito grande. Isso depende do nível de maturidade de gestão da loja, do próprio controle de estoque, da gestão de categorias”, afirma Luiz Muniz, fundador da Telos Resultados. “Você encontra níveis de quebra que representam 1,5% do faturamento, mas existem empresas com níveis de perda de 15%”, afirma.

“A cadeia de abastecimento em si carrega vários motivos para a geração de perdas. Faltam processos para fazer os controles nos processos logísticos, faltam planos de gerenciamento de risco, até para entender se o motivo da perda foi uma fraude do processo de caminhão ou se foi na loja”, afirma Ozawa.

Fonte: Porta Novarejo | 13 de dezembro de 2017.

Confira o que abre e o que fecha no Recife no feriado de Nossa Senhora da Conceição

Na sexta-feira (8), feriado municipal do Recife dedicado à Nossa Senhora da Conceição e uma das maiores festas religiosas do estado, as repartições públicas e vários serviços oferecidos na cidade não funcionarão ou terão o horário reduzido. O comércio popular no Centro e nos bairros da capital abrirá em horário normal, das 9h às 17h.

Todos os shoppings da cidade funcionarão em horário normal. As áreas comerciais e de grande circulação do Recife contarão com o reforço policial da Operação Papai Noel. A ação será realizada nos sábados, domingos e feriados, quando o fluxo de compras é maior nesta época do ano.

Shoppings

Na Capital Pernambucana, os Shoppings Recife e Tacaruna funcionarão normalmente das 9h às 22h. No Shopping Rio Mar, o expediente será normal, das 9h às 22h, com exceção do Expresso Cidadão e Correios, que não funcionarão. O Shopping Plaza manterá o expediente normal, das 10h às 22h. Já o Shopping Boa Vista funcionará das 11h às 22h.

Na Região Metropolitana do Recife, o Shoppng Guararapes, em Jaboatão, e o Paulista North Way Shopping, em Paulista, funcionarão normalmente das 9h às 22h. O Shopping Costa Dourada, no Cabo de Santo Agostinho, abrirá das 10h às 22h.

Comércio popular

Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife (CDL), as lojas do Centro funcionarão normalmente durante o feriado, das 9h às 17h. A medida tem como objetivo proporcionar ao consumidor mais tempo para fazer as compras de fim de ano, além de dar ao lojista a oportunidade de aumentar as vendas.

Além da Operação Cerne, que já acontece dos bairros de São José, Santo Antônio e Santo Amaro, afim de garantir a segurança no centro do Recife, os consumidores contarão também com a Operação Papai Noel, que será lançada nesta quinta-feira (7), para reforçar a segurança na principal área comercial do Centro.

Educação e emprego

Todas as quatro unidades da Agência do Emprego encerarão o expediente nesta quinta-feira (7) às 12h, retomando as atividades normalmente na segunda-feira (11). As escolas municipais do Recife não funcionarão durante o feriado.

Também não terão expediente os serviços de assistência social. Entre eles, estão o Centro de Referência da Assistência Social (Cras), o Centro de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), a Central de Atendimento do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e o Bolsa Família. A exceção são as casas de acolhimento institucional, que funcionarão normalmente.

Saúde

As Unidades de Saúde da Família (USF), incluindo as Upinhas Dia e Unidades Básicas Tradicional estarão fechadas durante o feriado, com exceção da USF José Bonifácio, localizada no Morro da Conceição. Para pequenas urgências na área da festa do morro, a população poderá contar com quatro Upinhas 24h: Governador Eduardo Campos, na Bomba do Hemetério; Dr. Moacyr André Gomes, no Morro da Conceição; Professor Dr. Hélio Mendonça, no Córrego do Jenipapo; e Professora Dra. Fernanda Wanderley, na Linha do Tiro.

O Hospital da Mulher do Recife, no bairro do Curado, manterá o funcionamento dos serviços de partos regulados, que são encaminhados pelo Sistema de Regulação do Recife. Também funcionanormalmente o Centro de Atenção à Mulher Vítima de Violência Sony Santos, oferecendo atendimento multidisciplinar 24h durante o feriado.

As maternidades Professor Barros Lima (Casa Amarela), Professor Bandeira Filho (Afogados) e Professor Arnaldo Marques (Ibura) funcionam normalmente, 24h, além de disponibilizar atendimento 24h multidisciplinar às mulheres vítimas de violência.

Os serviços de urgência e emergência nas Policlínicas Amaury Coutinho (Campina do Barreto), Agamenon Magalhães (Afogados), Policlínica Professor Barros Lima (Casa Amarela), Policlínica Professor Arnaldo Marques (Ibura) e no Hospital Pediátrico Helena Moura (Tamarineira) também funcionam normalmente.

Para vacinação antirrábica, a Policlínica Professor Barros Lima, funcionará 24h, durante o feriado e fim de semana, com demanda espontânea. A Policlínica Lessa de Andrade, no bairro da Madalena, funciona das 8h às 12h.

O Centro de Informações Estratégicas e Respostas de Vigilância em Saúde (Cievs) estará à disposição, 24h, para identificar portadores de doenças que ofereçam risco de ocasionar surtos como influenza, disfunções diarreicas e meningite, principalmente. O serviço de captação e resposta aos surtos e epidemias poderá ser acionado por meio dos números 99488-6375 e 0800.201.2120. As notificações são realizadas pelas unidades de saúde.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU 192 funciona normalmente, com uma ambulância básica de prontidão durante a Festa de Nossa Senhora da Conceição. Hospital Veterinário do Recife estará fechado. Os atendimentos e marcações de consultas retornam na segunda-feira (11).

Serviços

Os serviços e atendimento ao público oferecidos no edifício-sede da Prefeitura do Recife, na sede da Reciprev e Saúde Recife não funcionarão, incluindo o Centro de Atendimento ao Contribuinte.

As duas unidades do Compaz também não terão expediente neste feriado, incluindo as Bibliotecas Populares e as salas de empreendedorismo. Os pontos do Procon Recife também não funcionarão.

Os equipamentos da Secretaria da Mulher do Recife – Centro Municipal Júlia Santiago e o Centro de Referência Clarice Lispector – estarão fechados. No entanto, o Liga, Mulher, disk-orientação do Clarice, funcionará em esquema de plantão, das 7h às 19h. O telefone do Liga, Mulher é o 0800- 2810107. Todas as unidades do Ministério Público do Trabalho no estado ficarão fechadas no feriado.

Lazer

O Jardim Botânico do Recife, no bairro do Curado, Zona Oeste do Recife, funcionará das 9h às 15h30 com programação especial de arte-educação. Serão oferecidas contação de histórias, oficinas de origami e histórias cantaroladas, além da exibição de curtas ambientais.

O Econúcleo Jaqueira, no Parque da Jaqueira, funcionará das 9h às 17h. Uma oficina de vermicompostagem inicia a programação, que segue com trilha ambientaç Patrulha da Natureza às 10h e oficina de teatro às 11h. Durante a tarde, haverá uma trilha ambiental às 14h e o Jogo da Memória Ambiental Às 15h. A última atividade prevista é a exibição de curtas ambientais, às 16h.

Todas as rotas da Ciclofaixa de Turismo e Lazer funcionarão normalmente, das 7h às 16h. Os parques da Macaxeira e Santana abrem normalmente ao público das 5h às 23h. O projeto Lazer na Rua, que fecha parte da via em frente ao Segundo Jardim do bairro de Boa Viagem para uso da população, também acontece no feriado.

Já os atendimentos ao público dos Programas Esporte e Lazer da Cidade (PELC) e Recife Programa Segundo Tempo ficarão suspensos no feriado. As Academias Recife também não terão expediente.

O Projeto Praia sem Barreiras oferecerá banho de mar assistido às pessoas com deficiência que forem à Praia de Boa Viagem, das 8h às 13h. Além das cadeiras anfíbias utilizadas para o banho de mar, haverá também piscina para crianças com deficiência na arena do projeto, localizada na altura da Rua Bruno Veloso, do posto 7.

O Museu da Cdade do Recife funciona normalmente no feriado de Nossa Senhora da Conceição, das 9h às 17h, apresentando a exposição anual “1817 – Revolução Republicana”. A partir das 17h, conta também com exibição fotográfica produzida pelos concluintes do curso de graduação e da especialização “As narrativas Contemporâneas da Fotografia e do Audiovisual” da Universidade Católica de Pernambuco. A entrada é gratuita.

Transporte

Um esquema especial de transporte foi montado pelo Grande Recife Consórcio para os últimos dias da 113ª Festa de Nossa Senhora da Conceição, no Morro da Conceição, na Zona Norte. Na sexta-feira (8), quando serão realizadas a missa de encerramento e a procissão, haverá ampliação da frota, viagens extras e implantação de paradas seletivas. O Terminal Integrado da Macaxeira vai funcionar por 24 horas.

Na sexta, serão reforçadas 109 linhas em toda a Região Metropolitana do Recife. Isso significa 236 veículos e 1.920 viagens a mais que em dias normais. Das 48 linhas que passam pela área do Morro da Conceição, 44 linhas receberão reforço de frota e viagens. Serão 140 veículos e 1.040 viagens a mais que em dias normais.

Também está prevista a implantação de dois pontos de ônibus seletivos. A parada de nº 110044 ficará na frente da Escola Profissionalizante Dom Bosco, antes do Largo Dom Luiz. O abrigo fica no sentido cidade/subúrbio e será utilizado pelas linhas 641 – TI Macaxeira/Encruzilhada e 645 – TI Macaxeira/(Av. Norte).

O outro abrigo será implantado em frente ao imóvel nº 5.924, próximo ao Armazém Santos Materiais de Construção, localizado após o Largo Dom Luiz, receberá as seguintes linhas: 330 – Casa Amarela/CDU, 517 – Córrego do Inácio, 612 – Morro da Conceição, 621 – Alto Treze de Maio, 622 – Vasco da Gama (Cabugá), 623 – Vasco da Gama (João de Barros), 624 – Brejo, 631 – Nova Descoberta (Cabugá), 632 – Alto do Refúgio, 642 – Guabiraba (Córrego do Jenipapo) e 644 – Largo do Maracanã.

Gonte: G1.com/pe | 07 de dezembro de 2017

Um shopping inteiro fechado

Foto: Thinkstock

Nunca houve tantas lojas fechadas em shoppings de Porto Alegre. Se juntássemos todas elas num único lugar, teríamos, no mínimo, mais um novo shopping inteiro. E muitas lojas ainda vão fechar em shoppings porque estão amarradas a contratos por tempo determinado, encargos altíssimos por desistência, e com descontos temporários de aluguéis que serão retirados assim que a economia der sinais de recuperação, inviabilizando os negócios. Uma pequena recuperação nas vendas não vai compensar a significativa queda dos últimos quatro anos. O Brasil só voltará a ter o PIB real de 2014 lá por 2021.

Queremos acreditar que a recessão econômica está chegando ao fim, porque estamos cansados de anos ruins. Mas as boas notícias da economia serão a ruína de muitos lojistas de shopping. Para quem não conhece como funciona a relação entre lojistas e shopping centers fica difícil entender uma afirmação tão catastrófica. É que os investidores de shoppings querem voltar a ganhar o que ganhavam, tudo devidamente reajustado e corrigido, mesmo não havendo perspectiva de que a vida nos shoppings volte a ser como antes.
É uma conta que não fecha. Os custos cresceram, o consumidor continua pessimista e os canais de venda estão mudando, com o e-commerce, fazendo com que o consumidor veja os shoppings de outra maneira. Os lojistas de rua já renegociaram contratos de aluguel a valores adequados ou mudaram de local em busca de alugueis razoáveis.
Já os lojistas de shopping não conseguem renegociar seus contratos e são mantidos em constante estresse, porque podem ficar inviáveis rapidamente, basta perderem os descontos que eventualmente estejam usufruindo. Os shoppings preferem perder o lojista a reduzir os valores locativos de quem está estabelecido. Porém, não estão conseguindo atrair novos lojistas com contratos a valores e moldes antigos. Tomara que estas previsões estejam erradas, as vendas ampliem, as lojas se recuperem, novas lojas abram, a vida volte a ser como antes e todos fiquemos felizes. Afinal, não custa nada acreditar em Papai Noel.
Fonte: Jornal do Comércio RS | 06 de dezembro de 2017.

O Boticário lança novo modelo de lojas no RJ com interatividade

Divulgação

A rede de franquias de cosméticos O Boticário, que soma hoje mais de 3.750 lojas, lançou novo modelo de ponto de venda no Rio de Janeiro, no BarraShopping. A nova loja conta a história da marca e traz muita interatividade para o consumidor. O projeto é assinado pelo escritório de arquitetura be.bo.

A ideia, segundo a empresa, é criar uma conexão mais emocional entre o consumidor e a marca, mas com muita tecnologia. “Quando contamos tudo que há por trás da criação dos nossos produtos, trazemos o significado que, muitas vezes, vão ao encontro da história de vida das pessoas. E é isso que traz a conexão verdadeira da marca com seus consumidores”, contou em nota o vice-presidente de Franquias do Boticário, André Farber.

No espaço, os consumidores terão acesso às histórias da marca. “É como se abríssemos um pouco da nossa fábrica, dos bastidores do dia a dia do nosso trabalho para todos que visitarem essa loja”, completou.

“Somos especialistas em fazer as coisas de um jeito diferente, inovar em processos e produtos. Além de um ponto de vendas e de contato com o consumidor, queremos que nossas lojas revelem a alma do Boticário”, explicou Farber.

Ponto de Experiência

A nova loja da rede tem forte foco em experiência. Além de elementos que remetem à história da rede, como a ânfora, o ponto de venda também permite a experimentação dos produtos da marca.

“Trazemos para essa loja algumas das tecnologias mais inovadoras do varejo. Mas elas só estão lá porque nos ajudam a contar histórias. É um espaço onde a tecnologia deve ser sentida, não apenas vista”, explicou Farber.

A exposição da perfumaria prioriza os ingredientes, as matérias-primas e as técnicas exclusivas de produção de cada uma das fragrâncias. Em uma tela multimídia, com tecnologia lift and learn, o consumidor vai poder viajar no universo das principais fragrâncias da marca.

Nesse novo modelo de loja, as consultoras terão um terminal de vendas individual e poderão fechar as compras dos consumidores de forma mobile. Pelo equipamento, a consultora também tem acesso a todas as informações do Clube Viva O Boticário, como histórico de compra e preferências de cada cliente, tornando o atendimento mais personalizado.

A nova loja foi desenhada pensando em ser mais sustentável. Além dos materiais certificados, ela também pretende se tornar um laboratório para testes de materiais alternativos mais sustentáveis.

Parte do material de papel e plástico para visual merchandising também está sendo substituído por telas multimídia na unidade do BarraShopping. Além disso, o espaço para recebimento de embalagens vazias continua em destaque na nova loja. E a marca lança também uma ecobag especial, criada a partir de material reciclado.

Fonte: Portal Novarejo | 06 de dezembro de 2017.

Varejo nacional já tem tecnologia para identificar clientes por reconhecimento facial

Foto: Shutterstock

A transformação digital promete varrer velhas práticas do varejo brasileiro e substitui-las por outras que parecem coisa de ficção científica. O vice-presidente de varejo e distribuição da TOTVS, Ronan Maia, afirma que a empresa já tem tecnologia para oferecer reconhecimento facial à rede de varejo, o que permitiria às lojas identificar os clientes assim que eles entram no estabelecimento.

A tecnologia de reconhecimento facial no varejo ainda é embrionário, mas outros tipos de identificação já são realidade no país, embora pouco exploradas. Um exemplo é a tecnologia que identifica o consumidor pelo Wi-Fi. Cadastrado na loja, o cliente passa a ser reconhecido assim que entra no estabelecimento e está com o captador de Wi-Fi acionado.

Com isso, as redes de varejo podem chamar seus clientes pelo nome, reconhecer seus hábitos de consumo e fazer sugestões. “ É uma troca de informações. O cliente se cadastra na loja, que passa a ser informada quando ele entra no local, recebendo um serviço focado em sua experiência particular de compra. É como faz o Waze, por exemplo, onde o cliente entrega algumas informações, como sua localização, para receber o serviço”, explica o vice-presidente da TOTVS.

Provadores inteligentes no varejo de moda 

O “provador inteligente” apresentado pela TOTVS para atender o varejo de moda transformou o espelho em uma interface digital. Com função interativa, ele é capaz de regular a iluminação da cabine e dar sugestões de look. O  espelho permite também que o consumidor interaja com o vendedor de dentro da cabine.

A solução também promete otimizar o trabalho do lojista, oferecendo a ele acesso preciso ao número de roupas que o consumidor leva para dentro das cabines. “É possível identificar as peças que mais agradaram e que foram levadas para o provador, também aquelas que foram largadas na cabine e, finalmente, as que são vendidas. Assim é possível ver com precisão onde estão os eventuais gargalos de compra”, aponta Maia.

Uma promoção para cada cliente

A tecnologia de Big Data está permitindo ao varejo avaliar a rotina de compra dos consumidores e se utiliza principalmente dos programas de fidelidade para isso. As redes de supermercado que fazem uso dessa tecnologia, por exemplo, podem passar a oferecer descontos personalizados. Os  antigos encartes de papel, entregues de porta em porta, estão sendo transformados em aplicativos, que passam a oferecer promoções específicas para cada cliente com base especificamente no que o consumidor costuma comprar na loja.

O aplicativo de descontos personalizados também garante ao gestor do estabelecimento saber quais cupons de desconto distribuídos pela loja são realmente utilizados, o que garante promoções mais eficientes.

Fonte: Portal Novarejo | 06 de dezembro de 2017.

Movimento no comércio cresce 1% em novembro, mostra Serasa

O setor de supermercados e hipermercados lideram o ranking
Foto: Bobby Fabisak/ JC Imagem

O movimento dos consumidores nas lojas do País cresceu 1% em novembro em relação a outubro, já dessazonalizado. Também houve avanço (6,4%) na comparação com o penúltimo mês de 2016, sem ajuste sazonal, de acordo com a Serasa Experian. De janeiro a novembro deste ano, a atividade varejista mostra crescimento de 0,8%.

A Black Friday – promoções antecipadas de Natal -, o avanço do crédito, o alívio inflacionário e a retomada da renda e do emprego impulsionaram o movimento no comércio, conforme a Serasa

De seis segmentos que compõem o indicador, quatro apresentaram crescimento em novembro no confronto com outubro, sendo a liderança ocupada por supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (2,3%). A categoria de móveis, eletroeletrônicos e informática apresentou incremento de 1,2%, enquanto a de tecidos, vestuário, calçados e acessórios subiu 1,0% e a de material de construção teve expansão de 0,5% no período.

O segmento de combustíveis e lubrificantes e o de veículos, motos e peças, por sua vez, registraram quedas de 0,9% e de 0,2%, respectivamente.

Supermercados

O setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas foi o único a ter alta (0,8%) no acumulado de janeiro a novembro. Já o segmento de material de construção registrou a maior queda, de 14,6%, no acumulado deste ano.

A segunda maior retração, de 11,4%, foi observada no movimento de consumidores nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. Houve recuos ainda no segmento de combustíveis e lubrificantes (-9,4%), no de móveis, eletroeletrônicos e informática (-8,8%) e nas lojas de veículos, motos e peças (-8,3%).

Fonte: Jornal do Commercio | 06 de dezembro de 2017.

Movimento no comércio cresce 1% em novembro

Foto: Thinkstock

O movimento dos consumidores nas lojas do país cresceu 1,0% em novembro em relação a outubro, já dessazonalizado.

Também houve avanço (6,4%) na comparação com o penúltimo mês de 2016, sem ajuste sazonal, de acordo com a Serasa Experian. De janeiro a novembro deste ano, a atividade varejista mostra crescimento de 0,8%.

A Black Friday – promoções antecipadas de Natal -, o avanço do crédito, o alívio inflacionário e a retomada da renda e do emprego impulsionaram o movimento no comércio, conforme a Serasa.

De seis segmentos que compõem o indicador, quatro apresentaram crescimento em novembro no confronto com outubro, sendo a liderança ocupada por supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (2,3%).

A categoria de móveis, eletroeletrônicos e informática apresentou incremento de 1,2%, enquanto a de tecidos, vestuário, calçados e acessórios subiu 1,0% e a de material de construção teve expansão de 0,5% no período.

O segmento de combustíveis e lubrificantes e o de veículos, motos e peças, por sua vez, registraram quedas de 0,9% e de 0,2%, respectivamente.

O setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas foi o único a ter alta (0,8%) no acumulado de janeiro a novembro. Já o segmento de material de construção registrou a maior queda, de 14,6%, no acumulado deste ano.

A segunda maior retração, de 11,4%, foi observada no movimento de consumidores nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. Houve recuos ainda no segmento de combustíveis e lubrificantes (-9,4%), no de móveis, eletroeletrônicos e informática (-8,8%) e nas lojas de veículos, motos e peças (-8,3%).

Fonte: Diario do Comércio | 06 de dezembro de 2017.

Impostômetro chega aos R$ 2 trilhões

O total de tributos pagos pelos brasileiros vai alcançar R$ 2 trilhões nesta quarta-feira, 6/12, às 11h10, de acordo com estimativa feita pelo Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

A cifra corresponde ao total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o primeiro dia do ano. Esse montante será registrado 23 dias antes do que no ano passado (o registro foi em 29/12/2016). Essa diferença indica que os brasileiros estão pagando um volume maior de impostos em 2017.

“O lado bom desse aumento do bolo tributário é que ele reflete a melhora da atividade econômica do País, que tem como base o crescimento da arrecadação”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Por outro lado, Burti reforça a necessidade de controle das contas públicas e de políticas econômicas eficientes, que evitem novas elevações.

Ele lembra que a expectativa para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) – nesta quarta-feira, 6/12 – é de queda dos juros, o que consequentemente estimula o consumo, impulsiona a economia e aumenta a arrecadação tributária.

O IMPOSTÔMETRO

No portal do Impostômetro é possível visualizar valores arrecadados por período, estado, município e categoria (produção, circulação, renda, propriedade).

O painel foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade.

Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios se espelharam na iniciativa e instalaram painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

Fonte: Diario do Comércio | 05 de dezembro de 2017.

5 cuidados que varejistas precisam ter ao contratar temporários

Foto: Sutterstock

No final do ano, é sempre muito comum o crescimento da oferta de vagas, principalmente para colaboradores temporários. Frente ao pico de vendas característico desta época, os varejistas recorrem à equipes temporárias. Entretanto, é preciso ter alguns cuidados.

Pensando nisso, a Gupy, plataforma de recrutamento e seleção que utiliza IA e People Analytics para efetuar contratações, enumerou os cinco cuidados que toda empresa precisa ter na hora de contratar funcionários temporários para o final de ano.

1. Seguir a legislação à risca

É importante entender que a lei brasileira define trabalho temporário como aquele prestado por pessoa física contratada por uma empresa de trabalho temporário, para atender à substituição de pessoal ou complementação de serviços. Assim, um trabalhador temporário só pode ser contratado para substituir outro ausente ou para atender uma necessidade complementar da empresa em determinado período. Para realizar essa contratação, é necessário que a empresa procure outra organização que realize esse serviço. A admissão sempre deve ser feita de forma indireta, para evitar que o funcionário seja considerado um empregado contratado sem prazo específico.

2. Considerar o perfil e a experiência anterior do candidato

Como a contratação do funcionário temporário visa atender uma necessidade pontual, é importante considerar a experiência prévia do trabalhador, visto que não haverá tempo hábil para desenvolvê-lo dentro da própria empresa, como acontece normalmente nos casos de contratação não-temporária. Por isso, também é importante que a empresa tenha em mente quais são os perfis da vaga e do funcionário desejado.

3. Garantir que os temporários conheçam a empresa e seus serviços

Para ter sucesso com os temporários contratados no varejo, é fundamental que eles conheçam os pontos-chave do negócio, como os produtos ou serviços que a empresa oferece, sua área de atuação e seus concorrentes. Isso ajuda com que os temporários tenham mais segurança na hora do contato com o cliente e também acreditem de forma mais verdadeira no produto.

4. Planeje-se para desenvolver um recrutamento eficaz

Muitas empresas deixam para a última hora a contratação de temporários de final de ano. Este descuido, somado ao momento de crise e desemprego no país, pode fazer chover centenas de currículos fora do perfil desejado, o que pode levar a contratações equivocadas, causando prejuízo para a empresa. Assim, é importante que o RH e os gestores da companhia definam com antecedência os detalhes necessários sobre a vaga e o nível esperado de candidatos. Além disso, é possível contar com tecnologias capazes de acelerar as contratações e reduzir custos. Bancos de Currículos também são ótimos recursos para se encontrar um pool de pessoas, enquanto que sistemas de recrutamento e seleção podem ajudar a mostrar quais são os melhores candidatos deste bancos.

5. Busque por candidatos com empatia

Empatia é a capacidade do colaborador de se colocar no lugar do cliente, o que é fundamental. Essa característica é o fator-chave dos vendedores que mais performam e uma habilidade muito importante para os temporários, principalmente os que lidam no varejo e no atendimento ao cliente. Aqueles que conseguem entender, sob o olhar do cliente, quais suas necessidades, anseios e desejos, conseguem criar uma comunicação mais assertiva e persuasiva.

Fonte: Portal Novarejo | 04 de dezembro de 2017

10 previsões de tecnologias no varejo em 2018.

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A necessidade de novas tecnologias no varejo, como a construção de plataformas adaptáveis e o uso do Omnichannel, é um dos apontamentos do Worldwide Retail 2018 Predictions (Previsões para o Varejo em 2018) feita pela IDC (Internacional Data Corporation) para a garantia das vendas e satisfação do consumidor.

Experiências integradas habilitadas com Inteligência Artificial (AI), realidade aumentada, conectividade e aplicativos baseados em microservices são só algumas das tecnologias que estarão no varejo e que até 2021 terão sido adotadas no comércio e serviços.

O Estudo levanta dez tendências para o próximo ano do uso das tecnologias no varejo, que estão elencadas a seguir:

1. Omnichannel

Até 2019, 50% dos varejistas terão adotado uma plataforma de comércio de varejo de Omnichannel, que permitirá um aumento de até 30% na rentabilidade do omnicanal.

2. Nuvem, AI e composable

Até 2019, os 30% superiores dos varejistas estarão ativamente envolvidos na transformação digital, conduzindo mudanças organizacionais e estratégias de investimento em tecnologias de plataformas fundamentais, baseadas em nuvem, habilitadas para AI e composable.

3. Arquitetura CX

Até 2019, 40% dos varejistas terão desenvolvido uma arquitetura CX suportada por uma camada AI. Essa plataforma permitirá a personalização CX hiper-micro, proporcionando um aumento de conversão até 30% e, portanto, uma receita de até 25% maior.

4. Dados geoespaciais

Até 2021, os varejistas terão adotado dados geoespaciais para gerar maior eficiência na orquestração de omnichannel, reduzindo os custos de estoque em até 25% em centros de distribuição e lojas.

5. Fulfillment

Em 2020, mais de metade dos consumidores terão no Fulfillment, o cumprimento perfeito do serviço, como principal motivo de lealdade para os varejistas. Como resultado, os varejistas aumentarão seus orçamentos para essas tecnologias em até 20% para criar uma experiência de realização totalmente transparente e amigável.

6. Assistentes digitais

Em 2021, 10% das vendas de varejo em cadeia serão criadas e gerenciadas por meio de assistentes digitais habilitados para voz, o que acelerará a predominância de mercados para a compra de produtos diários.

7. Defesa cibernética

No meio de ameaças cibernéticas em rápida evolução e atores ameaçadores de crescente sofisticação, 75% dos varejistas terão adotado tecnologias de defesa cibernética baseada em inteligência artificial até 2020.

8. Força de trabalho digital

Até 2019, 40% dos varejistas terão iniciado uma transformação significativa da força de trabalho para atender a cada vez mais pressão para oferecer uma experiência de cliente de somnacional de ressonância, quebrando silos de engate digital-físico.

9. Redes PIM/MDM

Em 2020, 20% dos varejistas terão redesenhado suas redes de Inteligência artificial para PIM/MDM. Essas redes conectam os atributos do produto através da análise social e do comportamento de clientes, criando insights competitivos ​​para unificar merchandising e marketing.

10.  AI, AR e IoT

Até 2021, respondendo às expectativas de experiência das partes interessadas, os varejistas que usarem a Inteligência Artificial, Realidade Aumentada (AR) e IoT (Internet das Coisas) para o envolvimento dos funcionários e clientes verão os níveis de satisfação do cliente aumentarem em até 20%, aumento da produtividade dos funcionários em até 15% e o estoque aumentar em até 25%.

Fonte: Portal Novarejo | 01 de dezembro de 2017.

Comércio cresce 1,6% no terceiro trimestre, aponta IBGE

Foto: Thinkstock

O desempenho do comércio no terceiro trimestre do ano foi positivo, registrando alta de 1,6% na comparação com o resultado do segundo trimestre. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O desempenho do setor contribuiu para o avanço, ainda que pequeno, do Produto Interno Bruto (PIB) do país no período. No terceiro trimestre a economia cresceu 0,1%, ante os três meses anteriores. Já na comparação com o terceiro trimestre de 2016, o PIB avançou 1,4%. Ainda segundo o IBGE, o PIB do terceiro trimestre do ano totalizou R$ 1,641 trilhão.

O setor industrial também cresceu no período. O PIB setorial avançou 0,8% em relação ao segundo trimestre deste ano. No caso de serviços, a alta foi de 0,6%.

AGRONEGÓCIO

No sentido contrário, o PIB da agropecuária caiu 3% no terceiro trimestre em relação ao segundo trimestre deste ano. Na comparação com o terceiro trimestre de 2016, o PIB da agropecuária revelou uma alta de 9,1%.

Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, a perda de fôlego da agricultura brasileira no segundo semestre é normal e esperada, pois as principais safras nacionais, como soja e milho, são colhidas no início do ano.

Além disso, safras importantes do fim do ano, como a cana, não estão bem.

A pesquisadora ressaltou que, para 2017 como um todo, a agropecuária continua como o grande destaque da economia, na esteira de uma supersafra que se recupera da quebra verificada em 2016. “Claro que, no acumulado do ano, a agropecuária puxa a atividade”, disse Rebeca.

Fonte: Diario do Comércio | 01 de dezembro de 2017.

Prepare-se para as vendas de fim de ano

A Confederação Nacional do Comércio espera crescimento de 4,3% nas vendas de fim de ano em relação ao ano passado. O cenário econômico de queda da inflação, dos juros e do desemprego contribui para o ânimo dos varejistas. Entretanto, o consumidor continua cauteloso na decisão de comprar.  “Eles fazem mais pesquisa de preço, principalmente pelo uso do smartphone e o crescimento das lojas virtuais”, confirma a analista do Sebrae Minas Luciana Lessa.

Para tentar convencer os consumidores a optarem por uma marca ou produto, em meio a tantas ofertas, o empresário precisa investir na qualidade do relacionamento com os clientes e em estratégias de marketing diferenciadas. “O consumidor busca, acima de tudo, transparência, confiança e um bom atendimento. Qualidade e preço vêm em seguida”, afirma a especialista em marketing do Sebrae.

E não dá para pensar em estratégia de venda sem pensar no e-commerce. Para além de ter um site bem construído, atrativo e responsivo, os pequenos negócios precisam buscar outros atributos de marketing para concorrer nesse mercado dominado por grandes empresas. “É fundamental a empresa cumprir o que promete para os consumidores, como prazo de entrega, disponibilidade e personificação de produtos”, destaca a analista.

Nas redes sociais, é importante que as estratégias para disputar a atenção do consumidor se baseiem no bom senso e no entendimento de que esses ambientes têm que ser priorizados como espaços de relacionamento com os clientes. “As redes sociais não devem ser uma vitrine de vendas. Ali precisam ser postados conteúdos relevantes para os consumidores, que devem ter suas dúvidas respondidas o mais rápido possível”, alerta Luciana Lessa.

Confira outras dicas da especialista para os empresários se preparem para as vendas de fim de ano:

• Verifique como foram as vendas do último ano e prepare o seu estoque para não faltar produtos.

• Prepare os vendedores para prestarem um excelente atendimento.

• Mude as vitrines pelo menos uma vez por semana.

• Invista em promoções.

• Cuide da organização da loja e pense em oferecer um mimo para o cliente, como um bombom, por exemplo.

• Mensure os prazos necessários para realizar as entregas até o Natal.

Fonte: PEGN | 30 de novembro de 2017.

13º salário vai injetar R$ 200 bilhões na economia

Foto: Thinkstock

Segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a primeira parcela do 13º salário vai injetar cerca de R$ 200 bilhões na economia do país. O benefício tem de ser depositado até esta quinta-feira, 30/11.

Ao todo, segundo o Ministério do Trabalho, o benefício deve ser pago a 48,1 milhões de trabalhadores. A segunda parcela do 13º deve ser paga até o dia 20 de dezembro.

Para a economista e conselheira do Conselho Federal de Economia (Cofecon) Denise Kassama, com o alto endividamento das famílias, os trabalhadores devem ter prudência e priorizar o pagamento de dívidas.

“Provavelmente, em cada família brasileira, há pelo menos uma pessoa que ficou desempregada por conta da crise. Então, esse é um momento de prudência. Não é o momento de sair gastado, comprando o presente dos sonhos, trocando de carro. As famílias devem avaliar bem a utilização desse recurso”, disse Denise.

“Nós não podemos esquecer que o 13°, embora seja um dinheiro que vem em boa hora, não é um aumento de renda efetiva para as famílias. Ele é algo a mais, um salário extra que serve para agregar um valor momentâneo para as famílias”, afirmou a economista.

Ela lembra que as famílias estão bastante endividadas e, por isso, outra recomendação é buscar o credor para tentar renegociar os débitos.

“Quem quer receber dívida acaba aceitando uma negociação para receber. Tente ao máximo quitar as dívidas”, aconselhou.

REGRAS

Tem direito ao 13° salário todo trabalhador com carteira assinada, domésticos, rurais, urbanos ou avulsos.

A partir de 15 dias de serviço, o trabalhador já passa a ter direito a receber o 13º salário. Também recebem a gratificação os aposentados e pensionistas do INSS. Caso a data máxima de pagamento do 13º caia em um domingo ou feriado, o empregador deve antecipar o pagamento para o último dia útil anterior.

O pagamento da primeira parcela pode ocorrer também a pedido do trabalhador, por ocasião de férias. Nesse caso, ele deve fazer a solicitação por escrito ao empregador até o mês de janeiro do respectivo ano.

Fonte: Diario do Comércio | 30 de novembro de 2017.

Confiança do empresário do comércio aumenta 10% em relação a 2016

Este é o primeiro aumento no volume de vendas desde 2014
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

A melhora gradual da atividade econômica, a desaceleração da inflação e a redução dos juros e do custo do crédito levaram a confiança do empresariado do setor de comércio a crescer 10,6% em novembro deste ano, em relação ao mesmo mês de 2016. Na comparação com outubro deste ano, o aumento foi de 1,9%.

Os dados são do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), calculado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgado hoje (30). Em novembro, o Icec atingiu 109,3 pontos.

Por causa da melhora dos indicadores no comércio, a CNC projeta crescimento de 4,3% no volume de vendas do varejo neste Natal, o primeiro aumento no período desde 2014.

Para a assessora econômica da CNC, Juliana Serapio, a melhora da economia e redução da inflação e dos juros “vêm beneficiando o poder de compra das famílias e impulsionando aos poucos as vendas do comércio.”

Curto prazo

Com relação às expectativas dos empresários do comércio para este ano, os dados divulgados pela CNC mostram que o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio em novembro subiu 1,5% em relação a outubro e 1,4% na comparação com novembro de 2016.

“As perspectivas no curto prazo em relação ao desempenho do comércio e da própria empresa melhoraram relativamente em comparação com novembro de 2016. Já as perspectivas quanto às evoluções da economia tiveram um ligeiro aumento de 0,1%”, informa a entidade.

Na avaliação de 82,8% dos entrevistados, a economia vai melhorar nos próximos seis meses. Em outubro, esse percentual havia alcançado 80,7% e, em setembro, 78,4%.

Intenção de investimento

A CNC também destacou que os preparativos para as festas de fim de ano têm impacto positivo no subíndice que mede as intenções de investimento do comércio. Em novembro, esse subíndice aumentou 0,7%, na comparação com outubro.

Na comparação anual, o subíndice teve aumento de 9,5%. A alta foi incrementada pela intenção de contratar, que subiu 7,7%; pela de investir na empresa (18,9%) e em estoques (4,2%).

Para 27,4% dos comerciantes consultados pela CNC em novembro, o nível dos estoques está acima do que esperavam vender, proporção menor do que a apontada em outubro (27,8%). Já o percentual que indica insatisfação quanto ao nível dos estoques tem reduzido e converge mês após mês para a média histórica do indicador, que é de 25%.

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) detecta as tendências do setor, do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas de todas as capitais do país.

Fonte: Jornal do Commercio | 30 de novembro de 2017.

E-commerce registra crescimento de vendas de 32% durante a Black Friday, aponta VTEX

A Black Friday registrou altas expressivas no e-commerce em 2017. Levantamento da VTEX, empresa global de digital commerce, apontou que o crescimento de vendas das lojas de quinta-feira (pré-evento) até segunda-feira (Cyber Monday) foi de 32%.

A plataforma, que sustenta mais de 2.300 lojas online em 20 países, processou mais de um milhão de pedidos somente no final de semana do evento. Moda e Acessórios foi a categoria que teve o maior volume absoluto de pedidos, seguido por Eletrônicos e Eletrodomésticos, Saúde e Beleza, Utilidades Domésticas, Brinquedos e Autopartes. Destes, o segmento de Eletrônicos e Eletrodomésticos foi o que gerou o maior faturamento puxando o ticket médio das transações para R$ 630.

A principal constatação foi que o Black Friday começou mais cedo em 2017, com muitos varejistas iniciando as vendas como Black Week e alguns deles antecipadamente por aplicativos. Entre a segunda e quinta-feira pré-evento, registrou-se um crescimento de quase 50% em relação ao ano anterior, atingindo 46% na quinta, quando o movimento nas lojas online já era bastante forte em anos anteriores.

A VTEX atende a mais de 2.300 lojas online, em 20 países, que juntas processam mais de 18 milhões de pedidos e movimentam mais de $2 bilhões de dólares por ano, cerca de 22% do ecommerce nacional.

Sobre a VTEX

A VTEX é a verdadeira plataforma Cloud Commerce™ no mercado de varejo digital com escala automática da infraestrutura elástica e cloud que aumenta as taxas de conversão, diminui os custos operacionais e gera fidelização com os consumidores. Utilizando de sua exclusiva tecnologia patenteada Smartcheckout™, uma segura e intuitiva ferramenta sem obrigação de criação de senha durante o processo, a VTEX é a melhor opção para o varejo digital. Empresas que utilizam VTEX observam em média 54% de aumento de conversão e redução significativa no abandono de carrinhos. A plataforma VTEX é utilizada por mais de 2.300 lojas virtuais em 20 países e possui clientes globais corporativos como Sony, Disney, Walmart, Danone, Whirlpool, Coca-cola, Lancôme, AVON e LEGO. VTEX é uma empresa presente no Quadrante Mágico da Gartner, no relatório de Comércio Digital 2017. VTEX é uma plataforma end-to-end, totalmente adaptável, omnichannel que mantém o passo no mesmo ritmo da evolução das expectativas dos clientes.

Fonte: Varejista | 29 de novembro de 2017

Sem negociações em shoppings consolidados, lojistas buscam opções

Foto: Thinkstock

O varejo começa a dar os primeiros sinais de recuperação.  

De acordo com a análise apresentada em recente reunião do Conselho de Varejo da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o setor fechará o ano de 2017 com alta de 1%.

O volume de vendas do varejo restrito -que exclui veículos e material de construção -deve crescer 1,5% no mesmo período.

Se a economia já começa dar os primeiros sinais de melhora, as negociações entre lojistas e shoppings continuam tensas, o Diário do Comércio retratou nas reportagens “Há um movimento de seleção natural nos shoppings: como sobreviver” e “Conflito ainda marca a relação entre shopping centers e lojistas”.

Para os lojistas, negociar os preços de aluguel com os shoppings consolidados – como Higienópolis, Iguatemi, Tatuapé e Anália Franco –tornou-se uma tarefa quase impossível.

Algumas redes conseguem alguns descontos provisórios, mas no geral as administradoras estão pouco dispostas a ceder.

Com isso, o movimento de entra e sai de lojas continua. Do outro lado, os shoppings fazem de tudo para evitarem os tapumes nos corredores.

Há shoppings promovendo atualmente feiras de artesanato ou atividades de recreação infantil para ocupar espaços.

Outro fenômeno que surgiu com a alta da vacância foi a proliferação de cafeterias.  Com espaços menores e custos reduzidos, elas se espalharam pelos shoppings. Mas com tanta concorrência, poucas conseguem obter lucro.

Para continuar a expansão das redes e negociar melhores preços, os varejistas estão de olho principalmente nos shoppings que ainda não estão consolidados –empreendimentos novos com grande vacância e ainda pouco fluxo de clientes.

Um caso recentes é o Cantareira Norte Shopping, inaugurado no primeiro semestre de 2016, que abriu as portas com apenas 80 das 135 lojas.  

Os episódios se repetem Brasil afora: shoppings que abriram ou foram reformulados no auge da crise e que não possuem um mix de lojas de lojas capaz de atrair um grande público.

A ideia, nesses casos, é criar uma equipe colaborativa. Os lojistas –tanto os que já estão nesses centros comerciais, quanto os que desejam entrar –querem unir forças com a administração desses shoppings para, em conjunto, estimular a frequência de consumidores.

Um dos pontos vulneráveis, apontados pelos lojistas, são as ações de marketing. Há shoppings que fazem ações muito fracas em datas importantes, como o Dia das Mães e Natal.  

Outra medida que ajuda a engrossar a clientela é a isenção do valor do estacionamento durante alguns meses.  A estratégia, que já vem sendo adotada por algumas administradoras, mostrou bons resultados.

FUTURO DO VAREJO

Se a negociação e vacância são conflitos do presente. Nelson Kheirallah, vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e coordenador do Conselho de Varejo da entidade, já está pensando nos problemas dos próximos.

 “Acredito que não mais do que 30% do espaço de um shopping será voltado para o varejo no futuro”, afirma Kheirallah. “Os shopping se tornarão mais um centro de convivência e conveniência. Esse fenômeno já está acontecendo em todo o mundo.”

Os centros comerciais terão de se reinventar para continuarem sobrevivendo a era da internet.

De acordo com Pedro Guasti, presidente da consultoria eBit e convidado do Conselho de Varejo, o movimento nos shoppings está em declínio nos Estados Unidos.  Já o e-commerce continua em ascensão.

“Lojas como a Sears e Macy’s viram seus faturamentos caírem, enquanto as da Amazon continua crescendo”, disse Guasti.

As lojas virtuais movimentaram US$ 2,5 trilhões no ano passado – o que representa 7% do varejo mundial.  

Nos últimos quatro anos, o comércio eletrônico brasileiro cresceu 88% e faturou R$93,5 bilhões em 2016, de acordo com o relatório da eBit. A participação do e-commerce no varejo é 5%.  

O número parece pequeno, mas as perspectivas são de crescimento nos próximos anos. 

Além disso, a internet se tornou uma das ferramentas mais importantes para a consolidação de vendas. De acordo com Guasti, mais da metade dos clientes realiza buscas online antes de realizar uma compra no varejo físico.

“O varejo está em transformação, os clientes já são omnichannel”, diz Guasti. “Não existe mais diferenciação entre online e offline”.

Fonte: Diario do Comércio | 28 de novembro de 2017

Vendas do comércio eletrônico crescem 10,3% na Black Friday de 2017

Fonte: Thinkstock

As vendas do comércio eletrônico cresceram 10,3% na Black Friday de 2017 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a Ebit, empresa especializada em informações do setor. O faturamento este ano chegou a R$ 2,1 bilhões nos dias 23 e 24 de novembro.

O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$ 580 para R$ 562, na comparação entre os períodos.

A Ebit considerou que a retração no tíquete médio é resultado de ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado.

O levantamento detectou ainda alta nas compras feitas via celular. As compras realizadas por meio de dispositivos móveis representaram 26,5% de todo o volume financeiro, um crescimento de 41,5% ante o ano passado.

As categorias com maior número de pedidos na Black Friday, segundo a Ebit, foram eletrodomésticos e itens de moda.

Os eletrodomésticos representaram 16% dos pedidos, enquanto a categoria de moda e acessórios representou 12%.

Fonte: Diario do Comércio | 27 de novembro de 2017

Black Friday anima empresários pernambucanos

De olho no impulso gerado pela Black Friday, diversas marcas do Estado ofertam promoções e descontos que alcançam até 70%. Segundo o Ebit, empresa que acompanha os dados do comércio eletrônico, revela que 81% dos consumidores pretendem comprar na Black Friday e 41% vão antecipar as compras para o Natal, com movimentação de cerca de R$ 2,5 bilhões em todo o Brasil, um crescimento de 15% em relação a 2016. No Recife, os shoppings vão funcionar em horário estendido.

A loja Refazenda vai oferecer descontos de 30% a 70% nas peças, que vão desde acessórios a itens de vestuário como blusas, saias, vestidos, entre outros. As ofertas são válidas tanto para as lojas físicas como virtuais. A expectativa é de vender até duas mil peças e ter um crescimento de 5% em comparação com 2016. Para o proprietário do empreendimento Marcos Queiroz os cinco dias de vendas equivalem a um mês normal no faturamento.

A Oculum também aderiu ao Black Friday com descontos que variam de 20% até 50%, nas compras parceladas. Se o pagamento for à vista, há um acréscimo de 10% sobre esse percentual. A estimativa é de faturar R$ 700 mil, um aumento de 15% em comparação com 2016. “Como as vendas no início do mês foram fracas, as pessoas vão consumir mais, é como se estivessem guardando as compras para este período”, pontua o empresário Thiago Teixeira.

Até mesmo empresas do ramo alimentício aproveitam a data para incrementar o seu faturamento e conquistar novos consumidores. A Manon Saudável, é uma marca de alimentação saudável doces e salgadas e está com ações voltadas para a data. Para as vendas a partir de cinco refeições, o cliente ganha 10% de desconto, já a partir de 10 refeições, os descontos crescem para 25%. Os pratos da marca custam normalmente de R$ R$ 18,90 até R$ 32,90. Durante a Black Friday, os produtos vão custar entre R$ 14,10 até R$ 24,60. “É uma forma de estimular o meu cliente a utilizar o meu produto”, destaca a proprietária Renata Burle. 

Fonte: Jornal do Commercio | 23 de novembro de 2017.

Black Friday faz shoppings no Grande Recife estenderem horário de funcionamento

Esperando uma movimentação maior nessa sexta-feira (24) por conta da Black Friday, alguns shoppings localizados na Região Metropolitana do Recife terão seu horário de funcionamento estendido. As lojas volta ao horário normal no sábado (25).

No domingo (26), as lojas do Centro do Recife tem horário especial, das 9h às 17h. Já o Centro de Artesanato de Pernambuco vai ampliar as promoções até o dia 30 deste mês com mais de 200 peças com até 50% de desconto.

Aberto das 6h às 0h, o RioMar é o shopping que mais ampliou seu horário. Em seguida, estão os shoppings Recife e Plaza com funcionamento das 7h às 23. Já o Guararapes, Costa Dourada e o Tacaruna tem horário especial das 8h às 23h. O shopping Boa Vista vai estar aberto das 8h às 21h. O Paulista North Way funcionará das 8h às 23h.

O shopping Paço Alfândega não vai ter alteração de horário. Ele vai funcionar normalmente das 9h às 21h.

Centro de Artesanato de Pernambuco

Até o dia 30 deste mês, mais de 200 peças estão com descontos de até 50%. Além de artesanato decorativo, há ainda utilitário em madeira, cerâmica, vidro e têxtil. Há ainda produtos natalinos. São mais de 500 peças temáticas como guirlandas, laços, anjos, árvores e presépios.

O centro fica localizado no Marco Zero, no Bairro do Recife. O horário de funcionamento é das 8h às 19h, de segunda e sábado, e das 8h às 16h aos domingos.

Fonte: G1/pernambuco | 23 de novembro de 2017.